Compare o património ao fim de cada ano se comprar com crédito ou se arrendar e investir a diferença, e veja a partir de quando comprar compensa.
Quem compra paga a entrada, os impostos e custos da compra, a prestação e as despesas da casa; no fim fica com a casa (valorizada e descontados os custos de venda) menos o que ainda deve ao banco. Quem arrenda investe o dinheiro que teria gasto na entrada e nos custos e, todos os meses em que a renda é mais baixa do que a prestação e as despesas, investe também a diferença. Quando a renda é mais alta, é quem compra que investe a diferença.
O resultado é muito sensível à valorização da casa e ao rendimento das poupanças: experimente cenários pessimistas e otimistas. Não inclui benefícios fiscais nem a isenção de mais-valias na venda da habitação própria. Para saber a renda de uma casa parecida, use a avaliação de imóvel.
Depende do tempo que vai ficar, da renda comparada com a prestação, da valorização da casa e do rendimento que conseguiria com o dinheiro da entrada. Em horizontes curtos, os impostos e custos da compra tendem a favorecer o arrendamento.
Compara o património ao fim de cada ano: quem compra fica com a casa menos a dívida e os custos de venda; quem arrenda investe a entrada, os custos de compra e, quando a renda é mais baixa, a diferença mensal.
Os resultados são estimativas para ajudar a decidir e não substituem o aconselhamento de um banco, contabilista ou advogado. Regras fiscais de 2026, atualizadas a 01/10/2026.